1- Proporcionar aos enxadristas do Estado de São Paulo e do Brasil uma alternativa popular e de alcance social para a prática do xadrez, sem as altas taxas de inscrição e os padrões elitistas do sistema federativo tradicional;
2- Promover a massificação do xadrez estimulando sua prática em escolas, empresas, sindicatos, associações, condomínios e logradouros públicos;
3- Garantir a participação em torneios, cursos e eventos de toda e qualquer pessoa interessada em aprender e praticar o jogo de xadrez, independente de idade, raça, sexo ou classe social;
4- Possibilitar a participação de portadores de deficiência;
5- Assegurar a transparência na gestão e a democracia nas decisões, que serão tomadas pelo voto direto dos enxadristas filiados, e não de maneira indireta;
6- Contribuir para erradicar da comunidade enxadrística paulista e brasileira os dirigentes sem vínculo com o xadrez, que se pautam apenas por interesses pessoais;
7- Oferecer todo o respaldo técnico para os projetos de ensino de xadrez nas escolas, em especial na rede pública;
8- Desenvolver projetos de inclusão social por meio do xadrez, estendendo sua prática a unidades da Febem e presídios;
9- Apoiar a elaboração de livros, revistas, sites, softwares, filmes, documentários e exposições sobre xadrez;
10- Manter relação com todas as instâncias governamentais e entidades educativas, esportivas, culturais e comunitárias que tenham interesse em estabelecer parcerias para a divulgação e o desenvolvimento da prática do jogo de xadrez.